Cena 1 Tomada 1
Claquete
Desumanização!
globalizante, intolerante
no esquadrinhar
das linhas hemisféricas
o máximo divisor comum
das indiferenças.
O justiçamento
em praça pública
julgado e condenado
justiça com as próprias mãos
imolar impunemente
marcas dos bandos covardes
Preconceitos, discriminações
intercalando
sazonal e habitual
pautados e disseminados
entre mídias monopolistas
empastelantes, globalizantes
pensado, pinçado, num arroto
transformado
num circo bizarro
Cena final, tomada final
claquete
Nas escaladas
das caladas escuras
coroas de espinhos
ensangüentadas
torpezas intolerantes
violência gratuita
ignorância premeditada
Seguindo na escuridão
por vezes,
uma camera indiscreta
apavorante
exigindo cobranças
na reparação indiferente
ao requinte de brutalidade
no calor intenso
na pratica ideologizante
da segregação a mostra
Na claridade
ao romper da aurora
a fagulha desnorteante
para que não sobreviva
a intolerância, a indiferença
o desrespeitar ao outro
de modos e atos
mundanos, vis
Outro possível mundo
chacoalhando nossas utopias
desbaratando o disparate
inovando, se recriando
na concepção, aceitação
o conceber tolerante
necessariamente presente
numa sociedade reagente
no limiar requerente
os segredos estão nas mentes.
poetizando
Meu canto tem uma identificação. Tal qual a um canto indígena. Sua tonalidade é uma só, em lá maior. Recantos e cubículos da injustiça estão em cada curva da estrada da vida.
quinta-feira, 12 de abril de 2012
terça-feira, 25 de outubro de 2011
Pane seca... lei esquálida
Cobra cega... cabra cego...
Atrocidades bizarras
Triviais violências
Corriqueiros desastres
banais vitimizações
estraçalhamentos normais
Carro
necessidade
status, ascensão
objeto do desejo
ostentação do luxo,
poder e riqueza
Lei aplicabilidade
a sociedade interagindo
lei que pega
lei que não pega!
Etilicamente
Murmura ininteligível
Bato, mato e volto!
A arte de antever
IMPUNIDADE A VISTA!
Terra de ninguém,
asfalto de ninguém
mais ainda.... nada detém
A arma
o manuseio desfocado
cachaceiros, pinguços, pudins de pinga
insano, hediondo
subtraindo vidas
na velocidade dos carrões
ceifando a tudo e a todos
destemidos valentões
Em pleno desastre
da vida retorcida
sociedade
presa as ferragens
O Estado estilhaçado
esmagamento incidental
não importa as curvas
ou retas perigosas
as batidas
frontais ou laterais
atropelamentos covardes
Chagas abertas
acostumou-se a lamber
nem vendo
nem se importando
viciando no produto sangue
vivendo neste dilema
sem nunca cicatrizar.
Atrocidades bizarras
Triviais violências
Corriqueiros desastres
banais vitimizações
estraçalhamentos normais
Carro
necessidade
status, ascensão
objeto do desejo
ostentação do luxo,
poder e riqueza
Lei aplicabilidade
a sociedade interagindo
lei que pega
lei que não pega!
Etilicamente
Murmura ininteligível
Bato, mato e volto!
A arte de antever
IMPUNIDADE A VISTA!
Terra de ninguém,
asfalto de ninguém
mais ainda.... nada detém
A arma
o manuseio desfocado
cachaceiros, pinguços, pudins de pinga
insano, hediondo
subtraindo vidas
na velocidade dos carrões
ceifando a tudo e a todos
destemidos valentões
Em pleno desastre
da vida retorcida
sociedade
presa as ferragens
O Estado estilhaçado
esmagamento incidental
não importa as curvas
ou retas perigosas
as batidas
frontais ou laterais
atropelamentos covardes
Chagas abertas
acostumou-se a lamber
nem vendo
nem se importando
viciando no produto sangue
vivendo neste dilema
sem nunca cicatrizar.
sábado, 8 de outubro de 2011
A África.... chora......
A África..... chora...
S.O.S.
Help!
Hilfe!
Ayuda!
Aiutare!
Aide!
Socorro!
Me ajudem!
A África........ Chora.........
O primo pobre
Do esquecimento Global
A África..... Chora......
Seu canto lamento......
Estou morrendo..... ESTOU MORRENDO.......
Por estas conveniências
Acordos bandidos e canalhas
Que ultrapassam as fronteiras
Quando estão em jogo
Os interesses dos espoliadores
A África...... Chora......
Adicione-se
Fome, doenças
Degradando
Arranhando o peito
Os olhos compadecem,
A dor de cada gota
Rolada, sangrada
Marejando o Continente
Do amargor coloridamente
Vermelho lacrimal transparente
A África...... Chora......
O reverso surpreendente
A natureza...... Chora......
Com olhar secante
Produzindo o retirante
Na fuga de si
Avolumam-se
Defuntos premonitivos
Da morte anunciada
A África...... chora........
e continuará chorando.........
África.... um problema sem solução?
Um choro solitário
um canto lento, descompassado
o acorde da tristeza planetária
a nota na rima desencontrada
A composição inacabada
O refrão atônito
A letra ilegível
A música partilhada miseravelmente
A África....... Chora.......
S.O.S.
Help!
Hilfe!
Ayuda!
Aiutare!
Aide!
Socorro!
Me ajudem!
A África........ Chora.........
O primo pobre
Do esquecimento Global
A África..... Chora......
Seu canto lamento......
Estou morrendo..... ESTOU MORRENDO.......
Por estas conveniências
Acordos bandidos e canalhas
Que ultrapassam as fronteiras
Quando estão em jogo
Os interesses dos espoliadores
A África...... Chora......
Adicione-se
Fome, doenças
Degradando
Arranhando o peito
Os olhos compadecem,
A dor de cada gota
Rolada, sangrada
Marejando o Continente
Do amargor coloridamente
Vermelho lacrimal transparente
A África...... Chora......
O reverso surpreendente
A natureza...... Chora......
Com olhar secante
Produzindo o retirante
Na fuga de si
Avolumam-se
Defuntos premonitivos
Da morte anunciada
A África...... chora........
e continuará chorando.........
África.... um problema sem solução?
Um choro solitário
um canto lento, descompassado
o acorde da tristeza planetária
a nota na rima desencontrada
A composição inacabada
O refrão atônito
A letra ilegível
A música partilhada miseravelmente
A África....... Chora.......
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Agentes da derrocada (Pedro Nathan/Francisco Szermeta)
Samba de valor
samba de verdade
samba sem o toque
da infidelidade
1.
Na política
A bola rola
Os ricos, são os cartolas
E querem que o povo engula
Sua função de ser gandula
Banalidades no plano retangular
Gritos em côro acefalado
E o futebol a tudo invade
Feito ópio da humanidade
2.
Todavia, na contra mão
Vem sempre a religião
Mostrar a saída ilusória
Engarrafando o curso da história
E a novela é a diversão de cativeiro
Lava meu cerebro, ensaboa
Enxagua a minha cabeça
Secando assim meus pensamentos
--
Samba de valor
samba de verdade
samba sem o toque
da infidelidade
1.
Na política
A bola rola
Os ricos, são os cartolas
E querem que o povo engula
Sua função de ser gandula
Banalidades no plano retangular
Gritos em côro acefalado
E o futebol a tudo invade
Feito ópio da humanidade
2.
Todavia, na contra mão
Vem sempre a religião
Mostrar a saída ilusória
Engarrafando o curso da história
E a novela é a diversão de cativeiro
Lava meu cerebro, ensaboa
Enxagua a minha cabeça
Secando assim meus pensamentos
--
domingo, 10 de julho de 2011
Água mole... em pedra dura... tanto...
Saída
debeladora evidenciando
VIOLÊNCIA!
principalmente.....
de emergência
Estados, Nações
periféricos
pobres na unilateralidade
na lógica da libertação
tráfego de mão única
cárdapio, receita, uniescolha
EDUCAÇÃO!
É bastante custosa
onera em demasia
os cofres públicos
Interfere significativamente
nos currais eleitorais
Massa atrasada
rebanho refém
Atrapalha
nas lutas de conquistas
dos povos
Resistente
a miséria
tanto do ponto de vista
cultural,
como do pauperrismo latente
da pedincância viciada
Bastião, baluarte
da cura inominável
a cegueira
Não representa
não é compatível
com nenhum lastro
moeda de troca
Cabo de guerra
cuja corda sabotada
milimetricamente arrebenta,
na fraqueza projetada
O saber
é o horizonte sem fronteiras
O lado obscuro e excludente
dessa ferramenta tão imprescindível
é o balizamento
fortes e fracos
Os opressores a seu bel prazer
apontam sempre esta arma
na direção do reflexo invertido
cuja pobreza de intenção
atingem no outro extremo
o pobre do cidadão.
debeladora evidenciando
VIOLÊNCIA!
principalmente.....
de emergência
Estados, Nações
periféricos
pobres na unilateralidade
na lógica da libertação
tráfego de mão única
cárdapio, receita, uniescolha
EDUCAÇÃO!
É bastante custosa
onera em demasia
os cofres públicos
Interfere significativamente
nos currais eleitorais
Massa atrasada
rebanho refém
Atrapalha
nas lutas de conquistas
dos povos
Resistente
a miséria
tanto do ponto de vista
cultural,
como do pauperrismo latente
da pedincância viciada
Bastião, baluarte
da cura inominável
a cegueira
Não representa
não é compatível
com nenhum lastro
moeda de troca
Cabo de guerra
cuja corda sabotada
milimetricamente arrebenta,
na fraqueza projetada
O saber
é o horizonte sem fronteiras
O lado obscuro e excludente
dessa ferramenta tão imprescindível
é o balizamento
fortes e fracos
Os opressores a seu bel prazer
apontam sempre esta arma
na direção do reflexo invertido
cuja pobreza de intenção
atingem no outro extremo
o pobre do cidadão.
quinta-feira, 23 de junho de 2011
Carochinha, Estorieta, Republiqueta
Que estória é esta
de esconder a história?
Segredo eterno
fica reservado para os diamantes
Sigilo eterno
vamos mensurar
segredado ao alterego
O aprisionamento da história
é o lacre dos predadores
o arquivamento da cultura
Que dirão.....
pesquisadores
cientistas
estudiosos da sociedade
quando,
lhes é negado o ferramental
a essência da claridade
doa a quem doer
Eis aqui
propriamente dito que....
está envolto o fetiche
Poder e Razão
incongruências
o lusco fusco
da incredulidade
Que todas as mesas
que todas as cadeiras
ao tremerem cabisbaixo
no calabouço
do arquivo da vergonha
se resignem perante,
as traças,as baratas e aos ratos
que sucumbirão
o que lhes estão reservados
A negação
Lesa Pátria ( digo o abuso da autoridade e do poder )
Lesa Humanidade ( o crime as claras filmado quando nós estavamos sorrindo )
Lesa Consciência ( Porque sempre ficará para traz a INJUSTIÇA ).
de esconder a história?
Segredo eterno
fica reservado para os diamantes
Sigilo eterno
vamos mensurar
segredado ao alterego
O aprisionamento da história
é o lacre dos predadores
o arquivamento da cultura
Que dirão.....
pesquisadores
cientistas
estudiosos da sociedade
quando,
lhes é negado o ferramental
a essência da claridade
doa a quem doer
Eis aqui
propriamente dito que....
está envolto o fetiche
Poder e Razão
incongruências
o lusco fusco
da incredulidade
Que todas as mesas
que todas as cadeiras
ao tremerem cabisbaixo
no calabouço
do arquivo da vergonha
se resignem perante,
as traças,as baratas e aos ratos
que sucumbirão
o que lhes estão reservados
A negação
Lesa Pátria ( digo o abuso da autoridade e do poder )
Lesa Humanidade ( o crime as claras filmado quando nós estavamos sorrindo )
Lesa Consciência ( Porque sempre ficará para traz a INJUSTIÇA ).
sábado, 12 de março de 2011
Imersão
Países emergentes
Designação genérica
Do fundo do poço
Países, Estados, Colônias
Saqueados secularmente
Especialmente
Pelo Império de plantão
Joga-se, brinca-se, extrapolando
No manuseio da inverdade
Habilmente viabilizado
Enfiado goela abaixo
Para degustação da humanidade
Confunde-se no mundo
Crescimento da economia
Versus
Distribuição de renda
Gargalo do engodo
Rotulados, demarcados
Submergidos no abismo
Das abundantes misérias
Espectro este
Divisor de águas
Aprisionando em ilhas
Deste mundeco
Letargicamente adormecido
Nas ondas calmas
Do estabelecido pactualmente.
Designação genérica
Do fundo do poço
Países, Estados, Colônias
Saqueados secularmente
Especialmente
Pelo Império de plantão
Joga-se, brinca-se, extrapolando
No manuseio da inverdade
Habilmente viabilizado
Enfiado goela abaixo
Para degustação da humanidade
Confunde-se no mundo
Crescimento da economia
Versus
Distribuição de renda
Gargalo do engodo
Rotulados, demarcados
Submergidos no abismo
Das abundantes misérias
Espectro este
Divisor de águas
Aprisionando em ilhas
Deste mundeco
Letargicamente adormecido
Nas ondas calmas
Do estabelecido pactualmente.
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